Campanha já está nas ruas da cidade

José Wilson da Cunha, o popular “Gia”,  postulante ao  mais importante cargo na diretoria executiva do Itabaiana foi o fundador do rival Coritiba em 14 de setembro de 1972. O clube teve as maiores glórias no futsal como o Campeonato do Nordeste de Futsal em 1992 e o heptacampeonato sergipano de futsal (1993 a 1998), participando ainda de três campeonatos brasileiros de futsal. Em 2014, o clube retornava pela 2ª vez ao futebol profissional, e o Coritiba  ascendeu a primeira divisão do Campeonato Sergipano, mas após a temporada alegando falta de recursos Gia deixou a presidência, e sob a nova diretoria o time foi rebaixado para a segunda divisão. Antes, já havia sido vice-campeão do estado perdendo o título para o Sergipe do atacante Fabinho Cambalhota no final dos anos 2000.

“Lembro-me que neste ano eu já estava como repórter na Rádio Jornal e  o Coritiba ganhaou de todo mundo, inclusive do Confiança e até do nosso tricolor  com o meia Aldson e cia por 3 x 1 em Macambira com Gia treinador, mas não ganhava do vermelhinho e por isso não foi campeão sergipano”, afirma o radialista Roberto Carioca. Por diversas vezes este ano e no ano passado se via o Coritiba jogando fora de casa e Gia presente no mesmo dia e horário em jogos do Itabaiana no Presidente Médice, o que chegou a ser noticiado pelo repórter Carioca com Carlos Magalhães na emissora AM 540.

No ano seguinte, o time de Gia chegou a disputar uma Copa Nordeste no grupo do Ceará, ABC e Vitória que tinha Tuta como seu maior goleador, e sendo marcado pelo zagueiro Dé no Barradão e aqui no Médice.

Em relação a mudança de clube, Gia comenta que sua paixão sempre foi o Itabaiana, e no Coxa foi uma experiência. “Algumas pessoas querem criar uma imagem que quem foi presidente do Vasco não pode ser do Flamengo”, compara Wilson Cunha. Ainda segundo ele, sempre esteve ao lado do Itabaiana e era para ser presidente na época em que Alberto Nogueira foi escolhido por José Queiroz para o cargo após uma reunião no Colégio Opção à noite.

“Naquela noite, eu cheguei na reunião ao lado do radialista Roberto Carioca que me apoiava naquele ano, se não me engano no finalzinho de 99, mas Zé Queiroz não me queria e levou Dr. Alberto”, lembrou o hoje candidato a presidência do time tricolor serrano.  Há quem diga que naquele momento havia um “desentendimento” á distãncia entre Gia e Zé Queiroz motivado por política partidária no nosso estado. Queiroz era deputado constituinte e Gia queria ir a Brasília com o apoio do governador da época que teria apoiado Queiroz da Costa na eleição anterior para deputado.

Gia comenta ainda que estão tentando criar uma história de que ele pretende tirar proveito do cargo para pretensões políticas. Ele diz que, ao contrário, sempre esteve ao lado do clube e através de sua iniciativa foi destinado projetos de melhoramento no Médici, como o gramado, e no momento que o time estava sem centro de treinamento viabilizou o Módulo Esportivo, o que foi verdade.

Veja agora a chapa encabeçada por Gia à sucessão presidencial no Itabaiana:

Presidente: José Wilson “Gia” da Cunha

Vice-presidente: He-Man

Diretor desportivo: Edvaldo “Geoba

Diretor Financeiro: “Bicudinho

Diretor Social: Salomão da “Quadrilha Junina

Diretor Administrativo: “Ricardo” Cordeiro

Boatos esta semana davam conta de uma possível candidatura de Carivaldo Souza(FSF) à presidência do Itabaiana, o que oficialmente não se confirmou até o presente momento. Nosso blog tentou ouvir o presidente sobre o assunto, porém o  mesmo estava em viagem para natal(RN). O assunto chegou a ser abordado na Rádio Princesa da Serra no “Programa na Boca do Povo”.

Por enquanto, o nome de Gia é o único a concorrer as eleições no dia 18 de outubro na A.A. Itabaiana. O atual presidente Edvaldo Lima não tem se posicionado a favor ou contra quaisquer que sejam as candidaturas surgidas ou a surgir até a data da eleição no clube em que dirige até o final deste ano.