Meia teve um sério problema em jogo contra o Nova Iguaçu em Macaé e o superou bem
O mais novo reforço do Tremendão é o meio campo Pedro Pires, jogador emprestado pelo Flamengo. O atleta conta agora os primeiros passos na carreira, inclusive o difícil momento de recuperação de uma grave lesão.
“Fiz  a minha reestreia, depois de cinco meses e meio sem jogar no clube da Gávea. Fraturei o braço, quebrei os dois ossos do braço, em uma partida contra o Nova Iguaçu, em Macaé, durante uma preliminar, e desde então começou a luta. Operei, fiz fisioterapia, deu um problema na operação e eu tive que operar de novo, e a recuperação foi meio lenta, mais graças a Deus, pude fazer a minha reestreia com a camisa do Flamengo e voltar a jogar normalmente”.
Pedro Pires foi campeão carioca sub-20 pelo Flamengo e, após a grave lesão, voltou a ganhar mais ritmo de jogo. Com 20 anos, o jovem vive a expectativa de atuar pelos profissionais, agora no Itabaiana.
Confira na íntegra, a entrevista do atleta ainda no Flamengo:
Início no futebol
“Eu comecei a jogar futebol de salão, como a maioria, com cinco anos, em uma escolinha do meu condomínio. As pessoas falavam que eu levava jeito. Aí fui crescendo um pouquinho e, quando fiz sete anos de idade, comecei a jogar futsal em clube. Comecei no Madureira, onde tive uma passagem rápida, uns seis ou sete meses. Aí as propostas começaram a aparecer, fui despertando o interesse dos times grandes até que, então, fui parar no Fluminense, onde fiquei por nove anos. No final de 2013 eu tive uma saída, comecei a trabalhar por fora, sozinho, e logo depois cheguei ao Bangu, em 2014. No Bangu eu fiquei uns três meses, joguei o returno do Campeonato Carioca de 2014 e despertei o interesse do Flamengo.”.
Expectativa para subir aos profissionais
“Expectativa máxima. É o sonho de toda criança jogar profissionalmente, ainda mais quando se trata de Flamengo. Acho que toda criança nasce com o sonho de ser profissional de futebol, e a oportunidade que eu tenho de jogar profissionalmente pelo Flamengo é de ouro”.
Apoio para voltar a atuar
“Primeiramente a minha família, que apoiou o tempo todo. E, profissionalmente falando, os fisioterapeutas, que me deram todo o suporte possível junto com a rapaziada da fisiologia, que cuida dessa transição do departamento médico para o campo, dos treinamentos. E também aos psicólogos do clube, que vieram trabalhando comigo. Acho essa parte fundamental, principalmente hoje em dia”.
Pretensões para carreira
“Acho que a cada tempo que passa, a gente tem uma meta. Meu sonho de criança é jogar profissionalmente. E, como eu falei, oportunidade maior não tenho, que é estar, um dia, jogando profissionalmente pelo Flamengo. Hoje em dia eu penso somente nisso, ser profissional do Clube de Regatas do Flamengo”.
Oportunidade de jogar no Maracanã
“Já tive, sim. Joguei preliminar no Maracanã”.
Jogar no Maracanã lotado
“Isso é um sonho. Acho que um dos meus maiores sonhos está aí. A torcida do Flamengo lotando o Maracanã e eu dando alegria para essa torcida, que é maravilhosa”.
Em quem se espelha no futebol
“Eu sempre fui muito fã do Ronaldinho Gaúcho, que é um ícone do futebol brasileiro. Mas, hoje em dia, quem eu paro para ver jogar é o Lucas Lima. Porque eu sou meio campo ofensivo também, tenho o estilo de jogo parecido com o dele. É o cara que eu paro para ver, hoje, no futebol. E o James Rodrigues também”.
Mensagem para torcida do Flamengo
“O torcedor pode ter certeza que estou trabalhando bastante nessa volta e dando o meu máximo para dar muita alegria para essa torcida maravilhosa”.

Fonte: FutNet e Super Rádio Tupi/RJ em pesquisa do repórter Roberto Carioca.